sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Laringite, traqueobronquite e monília

Fazia tempo que eu não preenchia o "grande livro do dodói"...kkk (quem assiste o desenho da Dra. Brinquedo da Disney conhece!!!)

Logo depois de voltar do dia das crianças beneficente, eu comecei a apresentar, ou melhor deixar de apresentar a voz. Fiquei afônica por uns 3 dias, sem dor, sem febre mas com tosse. Diagnóstico sugestivo, laringite.

Com os vírus rolando por aí, certamente a Catarina também começou a apresentar os primeiros sintomas logo depois. Como já tinha cuidado disso antes, mediquei-a com Predsim e Dipirona para controlar a febre de 38º C, mas três dias se passaram, a tosse não melhorava, a febre ia e voltava e sua respiração começou a ficar ofegante demais.

Mãe calejada já sabe, foi então que entrei com Aerolin na nebulização a noite e liguei para a PED. A recomendação foi ir ao pronto socorro porque febre de 4 dias já não estava mais dentro do esperado uma vez que já estava sendo medicada, e teria que investigar a origem que supostamente poderia ser ouvido ou pulmão.

E lá fomos nós, a noite esperar o transito passar e ir ao hospital. Uma hora de espera, exame clinico e raio X de tórax para constatar que a laringite havia evoluído para uma traqueobronquite.

Olha aí mais uma descrição de doença, fique alerta!!!

Traqueobronquite aguda 

A traqueobronquite aguda é a inflamação dos canais que levam o ar para dentro e para fora dos pulmões, os brônquios. Nessa doença, há um acúmulo de secreção nos brônquios, estreitando-os, em geral causado pelo excesso de produção de muco e pela diminuição na ação dos minúsculos cílios locais, os quais não eliminam adequadamente esse muco.

Em geral, o quadro inflamatório surge como uma evolução de gripes e resfriados, tendo uma duração relativamente curta, de uma a duas semanas. Contudo, algumas vezes essa doença pode causar uma hiper-reação de defesa transitória do aparelho respiratório, semelhante à que ocorre na asma, com conseqüente dificuldade de respirar, o que implica cuidados médicos e terapêuticos mais prolongados.

A traqueobronquite aguda é uma situação clínica muito comum em qualquer população. Só nos Estados Unidos, responde por 10 milhões de consultas médicas por ano, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

Causas e sintomas

A tosse persistente é o principal sintoma da traqueobronquite aguda, podendo se mostrar seca ou produtiva, com expectoração de secreção, e ser eventualmente acompanhada de febre baixa e dor no peito. Falta de ar e chiado no peito também estão presentes nos casos de reação de defesa exagerada do aparelho respiratório.

A doença decorre da ação de agentes infecciosos, especialmente de vírus que provocam gripes e resfriados, a exemplo do próprio influenza, do parainfluenza e do vírus respiratório sincicial. Esses microrganismos são transmitidos de uma pessoa para outra pelas vias respiratórias, mais precisamente pela inalação de gotículas da saliva ou da tosse de indivíduos contaminados.

Em menos de 10% dos casos, a tranqueobronquite pode ser provocada por alguns tipos bactérias, que, no entanto, só se multiplicam diante de condições apropriadas para tanto, como a queda na imunidade e a presença de outras moléstias.

Exames e diagnósticos

O diagnóstico deve combinar uma boa avaliação clínica com exames complementares. A ausculta do pulmão e a radiografia costumam ser suficientes para a investigação e, sobretudo, para afastar a hipótese de pneumonia.

De qualquer modo, a identificação do agente infeccioso envolvido com a inflamação pode demandar alguns testes laboratoriais, como a análise da secreção pulmonar ou mesmo exames de sangue para pesquisar a existência de algum vírus.

Tratamento e prevenções

Quando causada por vírus, a traqueobronquite aguda se resolve naturalmente e, assim, requer apenas providências para o alívio da tosse, o que é feito, em geral, com medicamentos para facilitar a eliminação da secreção. Em caso de bactéria, contudo, não dá para dispensar o uso de antibióticos. Já na vigência de manifestações semelhantes às da asma, utilizam-se broncodilatadores para relaxar a musculatura local e abrir os brônquios.

Prevenir viroses constitui um verdadeiro desafio, uma vez que os agentes implicados com essas doenças são transmitidos de uma pessoa para outra com muita facilidade. De qualquer modo, é importante observar bem as medidas de higiene, procurar não permanecer muito tempo em ambientes fechados, com aglomeração de pessoas, e, em alguns casos, imunizar-se anualmente contra o vírus influenza para reduzir a chance de ter complicações respiratórias decorrentes da gripe.

Sim, a Catarina tinha tudo isso...dificuldade de respirar, secreção, chiado e tosse muita tosse!!!

Aí minha casa virou praticamente uma farmacinha era Predisim, Aerolin, Flixotide, Dipirona e Amoxilina!!!

Dias depois estava bem, sem tosse, respirando sem dificuldade e chiado, ainda tomando amoxilina, eis que surge assaduras por conta das diarreias. Ok, como eu mesma recomendei no post da Mustela, começei a passar o Stelactiv proprio para pele já degradada, mas mesmo com essa pomada ótima o bumbum da bichinha ainda estava vermelhinho.

Dois dias depois apareceram brotoejas, como as de calor, com aspecto grosseiro e vermelhas. Isso já não era só assadura....

E liga de novo pra PED, resultado...em função do calor de 32º C dos últimos dias e o uso do antibiótico, que além das bactérias ruins matam também as bactérias "boas" que normalmente controlam a proliferação dos fungos, a Catarina agora tem que tratar de micose causada pela cândida (mesmo fungo do sapinho), a monília. Conclusão, voltar na farmácia para comprar mais um remedinho.... =(

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